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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Feira do Livro do Amapá 2013 já movimentou mais de R$ 50 mil em moeda literária

Por Agência Amapá



Nos dois primeiros dias da Feira do Livro do Amapá (Flap) 2013, que iniciou no sábado, 26, no Teatro das Bacabeiras, foram movimentados mais de R$ 50 mil em moeda literária "Palavra". O valor equivale a aproximadamente 25% do total investindo, sendo que o intuito é que a até sexta-feira, 1º, todo o recurso aplicado pelo Governo do Estado tenha sido consumido.
De acordo com a livreira Aline Costa, o maior volume de vendas está sendo feita a partir da moeda literária. "Nós realizamos venda à vista e no cartão de crédito, mass sem dúvidas a 'Palavra' é a forma mais utilizada para compra de livros na Flap", declarou.
Aline disse que a partir da experiência de vendas do ano passado, precisou se preparar ainda mais para a Feira, mantendo um grande estoque. Mesmo assim, já realizou um novo pedido, previsto para chegar nesta quarta-feira, 30 em Macapá. "Apesar de termos nos preparado antecipadamente para participar da Feira, no fim de semana percebemos que nosso estoque não seria suficiente, então já fizemos um novo pedido para garantir que não faltem livros até o fim da programação", explicou a livreira.
Sucesso na Feira do Livro do Amapá, moeda literária “Palavra” desenvolvida pela Agência de Fomento registra receptividade além da esperada
O presidente da Agência de Fomento do Amapá (Afap), Sávio Peres, garante que a receptividade da "Palavra" foi além da esperada. "A moeda literária 'Palavra' é uma novidade na Flap e sem dúvida será utilizada nas próximas edições. Ela agradou ao público interno, mas principalmente o externo, que são os escritores, editores e organizadores de feiras literárias de grande porte, como a que acontece na Bahia", citou.
Sávio ainda ressaltou. "Não se espante se a ideia da moeda literária da Flap seja utilizada em grandes bienais e feiras que ainda não possuem um mecanismo moderno e seguro de troca, como é o caso da moeda literária criada pela Afap", ressaltou o presidente.
A "Palavra" é um projeto desenvolvido pela Afap com o intuito de facilitar a troca e evitar que aconteçam fraudes e falsificações durante a Flap. A moeda foi impressa pela empresa By Ticket, especializada em confecção de ingressos de segurança para eventos de grande porte.
As cédulas homenageiam cinco autores do Amapá: Simãozinho Sonhador, Antônio Munhoz Lopes, Zaide Soledade, Alcy Araújo, e Aracy Mont'Alverne.
Foram impressas, primeiramente, nove mil cédulas, distribuídas entre 1, 5, 10, 20 e 50 "Palavras". Em um segundo momento foram confeccionadas mais quatro mil, para garantir o fracionamento e também o fluxo durante a Feira.
Cinthya Peixe/Afap

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

“Nova geração deve despertar para a leitura”, diz governador ao apresentar a moeda literária

Informações Agência Amapá

Foto: Agência Amapá

"Não economizar palavras" é a ordem da Feira do Livro do Amapá (Flap), que na sua segunda edição terá a Moeda Literária "Palavra". Este ano, o Governo do Amapá está investindo R$ 200 mil em vale livro.

As cédulas, que homenageiam cinco consagrados autores do Amapá, foram apresentadas à imprensa nesta sexta-feira, 18. O local escolhido para expor a "Palavra" não poderia ser outro: a Biblioteca Pública Elcy Lacerda. Foi lá que o diretor-presidente da Agência de Fomento do Amapá (Afap), Sávio Peres, fez uma explanação sobre como a moeda literária será cambiada.

Foto: Agência Amapá

As notas compreendem os valores de 1, 5, 10, 20 e 50 palavras. Nelas estarão estampados os rostos dos escritores Simãozinho Sonhador, Antônio Munhoz Lopes, Zaide Soledade, Alcy Araújo, e Aracy Mont'Alverne. Os três primeiros receberam, simbolicamente, das mãos do governador Camilo Capiberibe as cédulas da moeda literária.

O diretor-presidente da Afap mostrou as ferramentas de segurança aplicadas às notas para evitar fraudes durante o período de uso. Impressas em papel-moeda, elas possuem selo holográfico, marca d'água e trava de segurança. A empresa By Ticket, especializada na confecção de ingressos de segurança para eventos de grande porte, foi a responsável pela confecção das cédulas. Segundo Peres, a Palavra será movimentada apenas pelos livreiros cadastrados na Flap e durante o período do evento.

O governador falou sobre a importância do vale livro. Ele ressaltou que a moeda literária visa fomentar o setor livreiro com a distribuição da moeda a estudantes secundaristas e de graduação, bem como a professores e escritores.

Foto: Agência Amapá

"A nova geração deve despertar para a leitura e para a literatura. Hoje, entre os jovens, os livros disputam com as redes sociais, que nem sempre apresentam um conteúdo cultural proveitoso. Por isso o governo está investindo um recurso tão alto de incentivo à leitura", analisou Camilo Capiberibe.

O recurso do vale livro foi composto pela Secretaria de Estado de Educação (Seed), que empregou R$ 100 mil para professores das redes estadual e federal e alunos da rede estadual; pela Universidade do Estado do Amapá (Ueap), que aplicou R$ 50 mil para acadêmicos e docentes; Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Setec), que investiu R$ 10 mil; Secretaria de Estado da Cultura (Secult), que entrou com R$ 30 mil para artistas. Já a Afap investiu R$ 10 mil para agraciar seus parceiros e inovar o ramo de vale livro de todas as feiras do país.

Flap

Com o tema "Leitura e Sustentabilidade", a Flap, que inicia no dia 26 de outubro e vai até 1º de novembro, exaltará consagrados artistas da literatura amapaense, a começar pela patrona da feira, a escritora Lulih Rojanski.

Outra novidade serão as atividades direcionadas aos públicos específicos como os eventos Flapinha (crianças), #Flap (internautas), Flap nas Águas (comunidades ribeirinhas), Flap Ciência (acadêmicos, estudantes em geral), Flap Indígena e Rufar Literário (escolas públicas).

Destaque para: Flaptur, que vai apresentar poesias e histórias nos pontos turísticos da capital e proximidades, como o Monumento Marco Zero, Trapiche Eliezer Levy, Museu do Curiaú e no Centro de Atendimento ao Turista de Mazagão Novo; Flap Memória e Verdade, que objetiva o resgate da memória durante o período da ditadura; e o Circuito Pré-Flap, que leva a todos os municípios do Estado uma prévia do que será a Flap.


Todas essas atividades formam o chamado Corredor Literário, que vai circular por 14 pontos de Macapá, com concentração na Casa do Artesão.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Feira do Livro do Amapá 2013 é um empreendimento 100% sustentável

Por Manoel do Vale

Foto: Divulgação


    Desde a primeira edição da Feira do Livro do Amapá (Flap), a literatura amapaense vem ganhando espaço e importância no Estado e contabilizando aumento nas vendas.

   Criada por poetas e abraçada pelo governador Camilo Capiberibe, que também é apaixonado por livros, a Flap não começou como uma feirinha acanhada de poucas publicações, numa cidade onde muitos acreditavam que a literatura não tem mercado. Pelo contrário, a Flap nasceu com a proposta ousada de ser uma feira atemporal, que ocorre o ano todo e atinge o seu auge em outubro.

     Ano passado, a feira movimentou cerca de R$ 200 mil em vendas de livros. Metade com a subvenção do Governo do Estado, através do vale livro, distribuído a professores e alunos da rede pública de ensino. Este ano o governo dobrou o investimento e ampliou o público. A Flap aqueceu de forma considerável as vendas dos livreiros locais.

   Segundo Auri Rocha, da Livraria Acadêmica, o aumento nas vendas foi em torno de 40% em relação às vendas normais. "Superou totalmente as expectativas, deu muita gente. Nós vendemos 90% dos pedidos que fizemos às editoras. O faturamento, em uma semana, foi de R$ 42 mil, dos quais R$ 19 mil vieram do vale livro distribuído pelo governo, que a gente achava que iria corresponder a mais de 50% das vendas", revela Auri, que para a feira deste ano já dobrou os pedidos junto às editoras.

    A outra que aposta no sucesso da Flap 2013 é Aline Costa, da Livraria Didática. Para ela, os problemas da primeira edição da feira serão facilmente superados. "Ano passado nós tivemos problemas com o vale livro, coisa que eu acho que não vai acontecer com a moeda literária. A Palavra, uma ideia que ilustra muito bem o empenho do Comitê Executivo da Flap em fazer da feira deste ano um evento muito maior e melhor do que o do ano passado", declarou a livreira.

    Ela acredita que o livro é um bom negócio para todos: o editor, o livreiro, o autor e, principalmente, o leitor, que fica na ponta da cadeia produtiva do livro. Aline chama a atenção também para orientação do Comitê Executivo da Feira para que os livreiros se empenhem mais na divulgação e venda dos autores amapaenses.

   Serão 62 os autores amapaenses em destaque na Flap 2013, cinco dos quais ilustram as cédulas das Palavras, moeda literária que substitui o vale livro e que será apresentada à imprensa nesta sexta-feira, 18.

     Devido a problemas em relação ao controle dos vale livros ano passado, a Agência de Fomento do Amapá foi acionada pelo Comitê Executivo da Flap para apresentar uma proposta que desse maior controle e segurança a esse investimento público.

     A Afap sugeriu então a adoção de um mecanismo comum da economia solidária: a moeda social. No caso, moeda literária, que logo ganhou o nome de Palavra. A tecnologia e mecanismos de uso da Palavra seguem os moldes das mais de 80 moedas sociais em circulação no Brasil. Grande parte distribuída por bancos comunitários.

       A circulação é restrita à Flap 2013 e o uso da moeda será exclusivo dos professores e alunos da rede pública de ensino. E além desses, os artistas credenciados pela Secult, pesquisadores da Setec, funcionários e empreendedores parceiros da Afap.

       A tecnologia de segurança das cédulas foi desenvolvida pela By Tickt, empresa especializada na confecção de ingressos de segurança para eventos de grande porte. Foram impressas nove mil cédulas, distribuídas entre 1, 5, 10, 20 e 50 Palavras.

     A distribuição das Palavras será feita pelas secretarias conveniadas com a Afap: Seed, Secult e Setec. No total, serão 200 mil Palavras em circulação na Flap 2013.


      Além do lançamento da moeda literária, a Afap anuncia nesta sexta a criação de uma linha de financiamento para compra de livros e material escolar, que será lançada durante a Feira do Livro do Amapá.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Governador apresenta moeda literária Palavra

Por Thiago Soeiro
Foto: Divulgação

A moeda literária “Palavra” que será usada como vale-livro durante a Feira do Livro do Amapá – FLAP será apresentada pelo Governador do Estado Camilo Capiberibe, nesta sexta-feira, 18, em um café da manhã, às 9h, na Biblioteca Pública Elcy Lacerda.

A “Palavra” ganhou esse formato de moeda social para facilitar a troca e também evitar qualquer tipo de fraude ou falsificação, por ter moldes e formatos específicos de uma moeda de troca. A formulação do projeto da moeda foi feita pela Agência de Fomento do Amapá – AFAP.

Este ano o governo está investindo R$ 200 mil em vale-livro, sendo que só a Secretaria de Estado de Educação (SEED) empregou R$ 100 mil para professores das redes estadual e federal e alunos da rede estadual. A Universidade do Estado do Amapá (UEAP) aplicará R$ 50 mil para acadêmicos dos diversos cursos e professores; a Agência de Fomento investirá R$ 10 mil para agraciar seus parceiros e inovando o ramo de vale livro de todas as feiras do país; Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (SETEC), R$ 10 mil; e a Secretaria de Estado da Cultura (SECULT), R$ 30 mil para artistas também poderem ser contemplados.

Homenagens


A moeda literária será disponibilizada nos valores de um, cinco, dez, vinte e cinquenta palavras, que corresponderão ao mesmo valor em real, homenageando escritores e pessoas que marcaram a cultura do Amapá. Os homenageados são Simãozinho Sonhador, professor Antônio Munhoz Lopes, Alcy Araújo, professora Zaide Soledade e professora Aracy Mont'alverne.