quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Flap, Proler/AP e RDM lançam campanha de incentivo à leitura




Acontece nesta sexta-feira, 15, o lançamento da campanha de incentivo à leitura "Vivendo a Leitura", uma iniciativa da Feira do Livro do Amapá - Flap e do Programa Nacional de Incentivo à Leitura no Amapá - Proler/AP, em parceria com a Rádio Difusora de Macapá. O evento acontece na Biblioteca Pública Elcy Lacerda e será transmitido ao vivo pela RDM, no horário das 9h às 11h, em um programa especial dedicado à literatura.

O projeto consiste em spots de um minuto onde escritores, professores e mediadores de leitura contam suas experiências com o livro ou leem seus poemas e textos. A campanha de leitura circulará diariamente na grade da programação da Difusora, a partir do dia 15 até o fim do mês de novembro.

Para a presidente-executiva da Flap, Carla Nobre, realizar a campanha Vivendo à Leitura é uma oportunidade de fazer com que esse bem imaterial e simbólico do ato de ler chegue a todos. "A RDM é conhecida e reconhecida pela sua capacidade de chegar aonde várias políticas públicas não conseguem alcançar, e a campanha é uma motivação para quem está em qualquer lugar do Amapá e proximidades possa se interar sobre o que estamos fazendo em torno da literatura no governo atual", pontuou.

Tendo em vista a formação do leitor cidadão, o projeto propõe-se a disseminar o interesse pelo livro e leitura. "As vivências contadas e os poemas ditos são todos experiências que as pessoas tiveram a partir do ato de ler, e isso com certeza vai instigar o provocar o nascimento de novos leitores", ressaltou a coordenadora do Proler/AP, Ângela Ferreira.

A programação do dia 15 contará com debates acerca da nova literatura que vem sendo produzida no Amapá e exibição de projetos desenvolvidos em escolas da rede estadual, sorteio de livros e muitas surpresas.

Várias personalidades amapaenses têm presença confirmada, como Fernando Canto, professor Antônio Munhoz, Ricardo Pontes, Romualdo Palhano, dentre outras.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Flap e Proler realizam encontro com professores da rede estadual



Por Thiago Soeiro
O Programa Nacional de Incentivo à Leitura no Amapá - Proler/AP e a Feira do Livro do Amapá - Flap realizam nesta sexta-feira, 8, na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, o encontro mensal com professores da rede estadual de ensino. O objetivo é trocar informações dos projetos de leitura dentro das escolas e também fortalecer as políticas públicas para a leitura no Estado.



De acordo com a coordenadora do Proler/AP, Ângela Ferreira, os professores mediadores de leitura necessitam interagir continuamente suas estratégias e projetos de incentivo à leitura e essa é uma das preocupações do Proler e da Flap.



"Nosso encontro é sempre uma troca de experiências e também um momento para os educadores exercitarem seus conhecimentos em nossas oficinas", destacou.



Será ofertada aos participantes oficina de contação de história e teatro, ministrada pela atriz Andréia Lopes.



Programação:



08/08 - Biblioteca Pública Elcy Lacerda

Horário: 8h às 8h30

Apresentação do Grupo de Contação de Histórias da Biblioteca Pública Elcy Lacerda

Mesa dos Comitês Proler Macapá e Flap



8h30 às 9h

Mesa: Projetos de Incentivo à Leitura



9h às 9h30

Intervalo - Café da manhã



9h30 às 12h

Oficina de Contação de Histórias com Andréia Lopes

terça-feira, 29 de julho de 2014

Porque escrevo

Imagem ilustração/ Shutterstock
Texto de Fernando Canto

Escrevo porque o ato de escrever é aprendizado “imparável”, constante, é forma de enclausuramento voluntário, evocação de mistérios que instigam a (re)criação da (i)realidade. É como navegar, no dizer de Pessoa. Mas necessariamente, contatar o estranho, rir do absurdo e ultrapassar barreiras que o real não permite. O escritor tem passaporte para qualquer lugar porque escrever é processo conduzido pelo voo imaginativo. É flecha, é corredeira, é bólido que tem destinação. É paradoxo porque cada frase sua pode ser recriada ou refeita pelo leitor.

Escrevo porque posso fotografar na minha mente formas, ambientes e personagens; diluir e transformar sonhos e expressar várias visões de mundo através deles.

Escrever é ato libertário. Deve-se escrever para ser lido, óbvio, mas, sobretudo para ser debatido, criticado, odiado, amado; para provocar reações e sentimentos diversificados. Escrever é como produzir fluidos no corpo e fazê-los sair pelos poros da alma.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

A importância do ato de ler

Por Fernando Canto
Imagem ilustração/Shutterstock

1.            Se leio, conheço. Se conheço mais é porque leio sempre.
2.            Ler é descobrir, interpretar e ampliar a visão das coisas.
3.            Ler é conhecer, conhecer é ler.
4.            O ato de ler revela o mundo e dá novo sentido à vida.
5.            Ler é ter acesso ao conhecimento do mundo.
6.            A ação de ler é como a de alimentar-se. Corpo e alma precisam de nutrientes.
7.            Quem quer participar ou criticar precisa ler.
8.            Ler é lazer, é prazer, é necessidade.
9.            Quem lê interpreta seu próprio tempo.
10.         Toda cidadã ou cidadão participante é aquele que lê.
11.         Cidadã ou cidadão que lê sabe de seus direitos.
12.         Criança que lê sonha mais, pensa maior, tem mais imaginação.
13.         Ler não cansa, faz sonhar.
14.         A leitura é um ato necessário. Quem lê vive melhor e sabe mais.
15.         Quem quer progredir lê mais.
16.         Quem lê erra menos.
17.         Ler é libertar-se.
18.         Quem lê participa da emoção de quem escreve.


O PRINCÍPIO DA LIBERDADE ESTÁ EM DEMOCRATIZAR O ACESSO AO ATO DE LER.